terça-feira, 18 de dezembro de 2012


O PRIMEIRO NATAL DEPOIS DO “FIM DO MUNDO”
Pr. Raul Marques
“Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade” - Atos 1.7


Temos visto a mídia mundial bombardeando todos os canais de comunicação possíveis acerca do fatídico “fim do mundo”, desta vez, previsto para o dia 21/12/2012, conforme um diagnóstico do povo Maia:  “As interpretações de que o fim do mundo ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012 partiram de dois monumentos maias: a Estela 6 (uma espécie de totem), do antigo assentamento de Tortuguero (no Estado de Tabasco, no sul do México) e a Estela 1 de Cobá, em Quintana Roo”.
Em todas as épocas da história da humanidade, sempre foram publicadas essas enigmáticas profecias, todas elas, no entanto, esbarraram no fracasso e na frustração da espera...
Com base na fé que recebi de Deus através daquilo que tenho aprendido na Bíblia Sagrada, e de quem tenho me alimentado diariamente, estou me preparando para vivenciar o primeiro Natal de Cristo depois do “fim-do-mundo”. O Natal de Cristo nos conduz a pensar na verdadeira significação que fundamenta este evento dentro da história humana. Houve previsão da Vinda de Cristo ao mundo dos mortais e o seu concomitante cumprimento. As profecias bíblicas sobre Ele dão conta do tempo, da forma e do lugar onde o fato se realizaria. A história secular atesta todos os fatos relacionados a isto. O Natal de Cristo trouxe-nos de volta a esperança perdida; revelou-nos a sabedoria de Deus e a Sua presença no meio de nós.
Desejo viver o primeiro Natal depois do “fim-do-mundo” de maneira intensa, sem as neuras do frenesi que os comerciantes fazem dele neste período; sem as psicoses que emolduram o imaginário humano alimentado pela mídia sensacionalista de plantão. Espero viver o primeiro Natal depois do “fim-do-mundo” com a certeza de que as grandes catástrofes no mundo presente são sinais, mas ainda não é chegado o fim, conforme afirmação de Jesus Cristo: “Cuidado para que ninguém engane vocês. Porque, muitos virão em meu nome dizendo: Eu sou o Messias. E enganarão muita gente. Vocês vão ouvir rumores de guerra, prestem atenção e não fiquem assustados, pois estas coisas devem acontecer mas ainda não será o fim” (Mt 24,5-7). “Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, nem mesmo os anjos do céu, mas somente o Pai (Mt 24,36).
Quero viver o primeiro Natal depois do “fim-do-mundo” na perspectiva do amor ao próximo rateado por todos os dias e horas da minha existência. Quero vivenciar este tempo na certeza de que ainda há muito que fazer para que Cristo, o meu Senhor e Senhor dos nEle crêem, volte outra vez, sem manjedoura e sem cruz, porém, com santidade e juízo sobre um mundo autodestruído pelo pecado, pela indiferença aplicada contra Deus, pelas fantasias e ilusões de uma fé imatura e perniciosa. Quero viver o primeiro Natal depois do “fim-do-mundo” alimentando esperança nos corações que sofrem; amenizando a solidão dos excluídos; suavizando a dor e o desespero dos que já perderam a esperança; alegrando-me com os que se alegram e chorando com os que choram. Quero viver o primeiro Natal depois do “fim-do-mundo” com a certeza de que posso ir à Cristo levando comigo outros tantos que se alegram nesta caminhada que se dirige ao Seu chamado: “Vinde a mim todos vós, que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” Mateus 11.28.  

domingo, 9 de dezembro de 2012



DIA NACIONAL DA BÍBLIA
Louvamos ao Senhor por ter-nos dado não apenas o remédio para as nossas almas, mas também a bula!

sábado, 24 de novembro de 2012

MANICÔMIOS...
Pr. Raul Marques

H
á algum tempo ouvíamos freqüentemente a expressão “Este mundo virou uma imensa Babel!”. Era, talvez, o diagnóstico mais evidente de que estávamos todos perdendo a capacidade do diálogo e do entendimento entre os homens na terra. Tantas coisas já passaram... Vivemos um tempo cada vez mais técnico, mais utilitário e mais anacrônico! Nunca vivemos tanta frieza e desprezo uns pelos outros como temos observado agora... Somos hoje quase 7 bilhões de seres humanos trancados em manicômios sociais que são denominados estranhamente de Shoppings, Universidades, Estádios, Empresas, Igrejas e Lares da modernidade. Vivenciamos uma esquizofrenia social sem precedentes! 

                A mente e o coração da humanidade estão enfermos. A nossa espantosa forma de viver hoje me fez lembrar um episódio temerário que eu e minha esposa experimentamos em um dos edifícios mais altos do Rio de Janeiro, quando ficamos trancados por alguns infinitos minutos dentro de elevador onde estavam, mais ou menos, umas 15 pessoas. De repente houve uma interrupção de energia elétrica e a máquina parou entre dois andares: o vigésimo primeiro e o vigésimo segundo. Passados alguns poucos minutos, as pessoas começaram a olhar umas para as outras com espanto e estranheza. Ninguém queria ficar perto de ninguém porque parecia que cada um tomava para si o oxigênio do outro... A coisa foi ficando dramática até que, de repente alguém do Corpo de Bombeiros gritou para que ficássemos tranquilos  pois eles estavam providenciando a nossa descida mecanicamente pela brecha que abririam entre um e outro andar. Vejo muita semelhança deste fato com a nossa maneira moderna (?) de viver. Ninguém visualiza o coletivo antes do particular. Estamos juntos, porém, estranhamente distantes. A árvore que dá sombra e que dá frutos agora tem dono. Dizemos viver em sociedade, mas o que importa mesmo é “cada um no seu quadrado”, mesmo que nada façamos para que todos tenham o “seu quadrado”.

Vivi recentemente algumas experiências que embasam tristemente esta realidade. Conheci uma jovem de 23 anos, com 3 filhos, acometida de 6 cânceres, que de tanto pavor da morte deixou de depender de 4 doses diárias e controladas de morfina para alívio de suas dores, para tornar-se dependente de mais 50 doses diárias, adquiridas ilicitamente, com traficantes de medicamentos. Conheci um jovem de 25 anos que se tornou dependente químico dentro de um quartel militar. Tomei ciência de que um irmão voltou à lama das drogas e sua família foi desprezada como se não houvesse mais chances de tratamento e do exercício da misericórdia. Vejo pessoas que antes eram ovacionadas, agora escandalosamente expostas ao ridículo, sem o menor arrepio na moral.

Estamos todos dentro de um grande manicômio social! Nunca tivemos tantas pessoas doentes da alma como agora. Nunca se viveu no mundo sob tanta desconfiança e suspeita. A espiritualidade nunca pareceu-nos tão inútil sob tantas regras esdrúxulas e extemporâneas. No entanto, a despeito de todo este caos, a solução está nos ensinos de Jesus, resumidos nesta porção: “Disse-lhes Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” Mateus 22.37-40. Que o Senhor tenha misericórdia de nós!   

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Palestra para Casais na PIBVN
Sempre uma bênção a mais da parte de Deus!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

UM MILAGRE: a fé que remove montanha...
A irmã "Guia" testemunhando da CURA DE UM CÂNCER que o Senhor lhe concedera, na presença de testemunhas que lhe acompanharam em toda a trajetória. VITÓRIA DA FÉ EM JESUS CRISTO